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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Cervejaria do Paraná irá se instalar no norte do Espírito Santo.



A Cervejaria paranaense Colônia, vai investir R$ 80 milhões na instalação de uma fábrica em Colatina, no Noroeste do Estado, e deve criar cerca de 350 empregos diretos na região. Ela ficará às margens da BR 259, importante rodovia que liga Espírito Santo e Minas, tendo uma ótima logística.


A Cervejaria pretende fabricar 180 milhões de unidades por ano e começará a funcionar já no ano que vem.

Ainda não tive a oportunidade de provar alguma das cervejas da Colônia mas se for seguir a tradição das boas cervejarias do Sul não teremos que nos preocupar. 



Cerveja Negra tipo Stout


Cerveja Low Carb, a primeira do Brasil com  baixo carboidrato e é Puro Malte.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Para entrar no livro dos recordes, bar de Cuba vai fazer o maior drink do mundo

Iniciativa vai marcar as comemorações do 195º aniversário do bar Floridita



O famoso bar Floridita de Havana, o preferido do escritor americano Ernest Hemingway para beber daiquiri, vai preparar a maior versão do coquetel durante as comemorações de seu 195º aniversário, em 2012. A iniciativa é uma tentativa para entrar no livro dos recordes, o Guinness Book.
O daiquiri combina rum branco cubano com suco de limão, açúcar, umas gotas de licor Maraschino e para completar, gelo para dar a consistência de frapê.
As celebrações começaram um ano antes, uma delas – a 3ª competição do Rei do Daiquiri –, organizada nesta semana com a participação de 12 especialistas para mostrar suas contribuições à receita do drink criado há 110 anos. O vencedor desse desafio foi o coqueteleiro Pedro Tejeda com a sua criação chamada Daiquiri Tamarindo.
A organização do centro gastronômico havanês, um dos mais visitados por turistas, anunciou que para a edição de 2012 pretendem reunir coqueteleiros de toda a ilha e do Reino Unido, Espanha e México.
O romancista Ernest Hemingway (1899-1961) é considerado seu cliente mais antigo, e foi homenageado com uma escultura de tamanho real, colocada ao lado do bar em 2003.
Hemingway costumava pedir uma dose dupla de rum, e tirou o açúcar da receita original do daiquiri. Ele costumava beber até 12 copos, encostado no balcão do local, aberto em 6 de julho de 1817.

Por recorde, grupo prepara mais de 1,5 mil coquetéis em uma hora


Um grupo de oito barmen entrou no último domingo (27) para o Guinness, livro dos recordes, ao preparar 1.541 coquetéis em uma hora. A marca foi estabelecida durante competição em hotel em Nova York, nos EUA.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Participação de Romário PG e Fábio Azevedo no Campeonato Brasileiro de Coquetelaria 2011


Aqui estão as participações dos competidores da One Eleven Coquetelaria no Campeonato Brasileiro de Coquetelaria 2011. Sendo a primeira vez dos dois profissionais, suas participações foram bem feitas. O conhecimento adquirido e os contatos com competidores de outros estados foi de fundamental importância para a continuidade do crescimento deles como profissionais que são. 

Parabéns a esses dois guerreiros que representaram o nosso Estado na competição nacional. 
Parabéns também a Forneria Don Camaleone e a Royal Club Vitória pela confiança em seus profissionais dando a eles essa chance de aparecerem no cenário nacional, patrocinando passagens, inscrição e suas estruturas de bar para treinamentos.


quarta-feira, 6 de julho de 2011

A Agave da Tequila e a Tocha Olímpica de Guadalajara. O que tem em comum?


Guadalajara deu início à contagem regressiva de 100 dias para o início dos Jogos Pan-Americanos, que serão realizados na cidade a partir de 14 de outubro, ao divulgar nesta terça-feira a tocha de abertura do evento.
A tocha - apresentada na localidade de Amatitán, pertencente à Rota da Tequila - tem desenho inspirado na planta do agave, da qual se extrai a tradicional bebida alcoólica mexicana.
Guardada por "jimadores" - agricultores especialistas no manejo do agave -, a tocha tem folhas verdes com tons de azul e branco, que simulam as folhas da planta.
O símbolo de Guadalajara 2011 mede 70 cm de altura e pesa 1,5 kg, incluindo o dispositivo com gás para manter o fogo durante 12 minutos.
O diretor do Comitê Organizador Local, Carlos Andrade Garín, explicou que as folhas da tocha possuem a textura e a forma da planta que dá origem à tequila e que representa um dos elementos característicos da cultura nacional.
"Nossa tocha é um agave, tem a textura e a forma deste símbolo e faz parte da imagem com a qual vamos decorar todos os cenários", destacou Garín.
O fogo da tocha pan-americana será aceso no dia 26 de agosto nas pirâmides de Teotihuacán, na região metropolitana da Cidade do México, 50 dias antes do início dos Jogos.
Cerca de 3,5 mil corredores levarão a tocha por 50 cidades do país antes da cerimônia de abertura, que acontecerá no Estádio Omnilife.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Drinks com Whisky

Rebellion: uísque, suco de laranja e Vermute

No universo dos bebedores, os devotos do uísque parecem pertencer a um mundo à parte. Ao estilo “cowboy” ou “on the rocks”, bourbons, escoceses e irlandeses são as preferências desse público quando a ideia é bebericar algo mais potente. No extremo oposto, estão os fãs de drinques. Para eles, a variedade de sabores, a possibilidade de beber algo mais doce, amenizado por gelo, sodas e frutas é algo muito mais interessante. Essa dicotomia pode ser a explicação para, no Brasil, drinques de uísque serem tão poucos consumidos. Mas essa cena está mudando.
De olho na onda da coquetelaria, fabricantes de uísque já se posicionaram para conquistar mercado maior. Amparados por seus “mixologistas embaixadores”, modinha que pegou no Brasil, divulgam receitas em que o destilado pode, com sucesso, substituir a  vodca. “Em Londres, por exemplo, drinques com uísque são comuns porque existe um hábito local de tomar bebidas fortes”, afirma James Guimarães, mixologista da Pernod Ricard Brasil. Ele lembra que os primeiros coquetéis criados no mundo foram com o destilado de cevada.
Para os barmen de fim de semana ou iniciantes no consumo dessas bebidas, aí vai uma dica importante: combinar uísque com outros ingredientes não é tão simples quanto com o destilado russo. A começar pelo sabor marcante: ao contrário do que acontece com a vodca, o uísque tem de ser o protagonista do drinque – o que praticamente impossibilita a mistura com outros destilados.
Outro fator que dificulta a elaboração de um coquetel é a variedade de estilo dos uísques. Como possuem características muito mais marcantes que os diferentes tipos de vodca, precisam ser estudados antes de misturados a frutas, bitters e afins.

Para cada estilo, uma combinação
Eduardo Rotella, embaixador da marca Chivas no Brasil, explica que o estilo mais flexível para a coquetelaria é o escocês. “Eles têm muito mais aromas reunidos em uma só bebida. Até pelo processo de criação do blend (mistura de diferentes uísques que vão originar cada rótulo)”, diz.
Além disso, a Escócia é o único país que usa a turfa (espécie de carvão vegetal, que confere sabor defumado à bebida) no processo de secagem da cevada. “O uísque escocês fica bom em drinques mais fortes. Com baunilha, chocolate, frutas cítricas e bitters, principalmente Angostura”, afirma James. Mesmo assim, é preciso ficar atento às características de cada marca – são mais 1500 em todo o País.
Por conta de suas características menos complexas, os irlandeses são mais fáceis de combinar. “Suco de maçã, de cranberry, chás gelados e refrigerantes em geral podem ser usados em long drinques bem refrescantes e fáceis de fazer”, afirma James.
Já o Bourbon (não confundir com o Jack Daniel’s, que é um Tennesee) é envelhecido em barris virgens e, por isso, tem sabores bem mais amadeirados e potentes. Outra característica é seu natural sabor adocicado, proveniente do milho usado como matéria-prima na composição da bebida. Essa intensidade costuma combinar melhor com sabores cítricos intensos, drinques com ovos (os “sours”, com textura espumante garantida pela clara de ovo, e os chamados “flips”, que podem ser bebidos quentes). Um bom exemplo é o mais clássico dos drinques feito com a bebida, o uísque sour, que leva limão, açúcar, clara de ovo e gelo.
Matéria-prima de qualidade (quase sempre) faz bons drinques
Apesar da concepção dos drinques com uísque ser mais complexa, há alguns macetes para acertar na combinação. Talita Simões, chef de bar e proprietária do At Nine Cocktail Bar, diz que ao contrário do que muita gente pensa, drinques com uísque não precisam ser quentes e podem compor receitas refrescantes (como o Mint Julep, que mistura 60ml de Bourbon, 15ml de xarope de açúcar, hortelã e gelo).
Para ela, as melhores combinações são com frutas vermelhas e cítricas. “Já as tropicais, como o abacaxi, são mais duvidosas.” Evitar receitas usualmente feitas com vodca, como a caipirinha, também é aconselhável. “O drinque já é forte, somado ao uísque, que tem sabor intenso, fica extremo.”
E nada de usar uísque vagabundo. “Está provado que quanto melhor forem os ingredientes, melhor será o drinque. O que acontece é que muita gente acha um sacrilégio usar um uísque que foi feito com muito esmero e envelhecido por muitos anos para fazer coquetéis”, afirma Rotella. Talita narra boas experiências com uísques premium. “Já tomei um coquetel excelente com manga, gengibre e Johnnie Walker Green Label, que tem aroma de mel”, afirma.

O Dandy Lion é finalizado com grãos de café


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Diferença de Água com gás para Água gasosa

Todas a águas com gás que encontramos nos mercados são produzidas artificialmente, num processo idêntico ao do refrigerante. O oxigênio é retirado e então colocasse o gás carbônico. Daí a água é resfriada para que o gás tenha maior absorvição, pois o gás a baixa temperatura possui menor movimento molecular, tornando mais fácil ser agregado ao líquido. 
O processo natural para a água carbogasosa ou carbonatada é devido ao aquecimento subterrâneo. As fontes de onde se originam águas gasosas se encontram em regiões onde ocorrerão vulcões ou onde a camada de magma se situa mais próxima da superfície. Os condutos de magma atravessam as rochas e alcançam os aquiferos, que vem a ser os reservatórios subterrâneos de água. O grande calor quebra as moléculas dos minerais da água e liberam vapores incorporando gases líquidos. 
Outra forma de água gasosa natural pode ocorrer pela oxidação da matéria orgânica que está presente no aquifero. 





Gaseificação natural
1. Condutos de magma aquecem o aqüífero (reservatório subterrâneo de água)
2. O calor libera os minerais da água, agregando a ela gases e vapores. Além disso, a oxidação da matéria orgânica presente no aqüífero também produz gás carbônico incorporado pela água
3. A água aquecida fica mais leve e sobe até uma fonte na superfície. Se o teor de gás for baixo para os padrões comerciais, ele é reforçado artificialmente

Gaseificação artificial
1. A água mineral retirada da fonte é armazenada em um reservatório
2. O líquido é bombeado até o chamado desairador, onde o oxigênio dissolvido na água é retirado para dar lugar ao gás carbônico
3. No resfriador, a água tem sua temperatura abaixada para 5 oC, para facilitar a absorção do gás carbônico
4. O carbonatador é um tanque pressurizado, alimentado por CO2, para onde a água resfriada é borrifada. A pressão e a temperatura permitem que o CO2 ocupe o espaço que antes era do oxigênio



Bebidas Estranhas que encontrei na web

Ficar procurando matérias para o site dá nisso. Encontrei no blog http://www.mdig.com.br uma matéria feita em 2009 e que vou colocar aqui por conta da curiosidade que ela possui. Bebidas raras e pra lá de bizarras como o Leite Materno em caixinhas e vá lá, suco de hamburguer.


Começamos então com o Leite Materno
Um tetra pack que contém leite recém tirado do peito materno -dizem que é autêntico e "engarrafado na origem"-. Ao que parece um grupo de felizes camponesas japonesas com se reúne todas as semanas em uma fazenda nos arredores de Kioto para fornecer a matéria prima desta bebida. Causa furor entre adolescentes depravados.


Pepsi sabor Pepino



Com sabor de pepino, é um sucesso absoluto no mercado japonês, sobretudo em Tóquio, desde que foi lançada em junho passado. "Sua embalagem é longa, verde e seu nome soa obsceno", diz um dos slogans da campanha publicitária do produto. A fórmula parece simples: quanto mais colorida e bizarra é a bebida, mais pessoas querem ter a experiência de consumi-la. Tão forte é a ideia de levar o consumo ao limite que a Fanta estaria lançando nos próximos meses, no Japão, seu novo sabor "pizza com chili". E não é piada.


Suco de Hamburguer
MeatWater é uma companhia norte-americana que lançou uma bebida a base de, e com sabor a, carne. Bebendo ao menos uma garrafa poderá deixar de fazer uma refeição, ainda que seus criadores afirmam que é um produto do tipo "lifestyle". O sabor mais vendido é Cheesburguer, mas também tem o Chicken Teriyaki e o Dirty Hot Dog.


Suco de Sangue


Dráculas do mundo, agora podem ir a lanchonete mais próxima procurar por sangue: Tru Blood é a primeira bebida com esse sabor e vem em quatro tipos, A, B, O e AB. Segundo a empresa, trata-se de sangue sintético que tem verdadeiros componentes nutritivos. A marca surgiu do seriado True Blood da HBO, um sucesso sobre vampiros.


Essa agora é demais, bebida de xixi




Não, não se assuste. Não é mais que uma tradução literal e mal intencionada (algo como "xixi gelado"), que copia uma bebida coreana que se chama Calpis. De origem japonesa, o Coolpis tem sabor de pêssego e uma infernal quantidade de pimenta vermelha. O resultado final no paladar é o de um pêssego ardente, ideal se você está prestes a entrar numa briga ou está com vontade de insultar alguém.



Leia mais em: As bebidas mais raras do mundo - Metamorfose Digital http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=8247#ixzz1QRRrQ3qv

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Dry Martini faz 100 Anos de história

O dry Martini, o mais famoso e clássico dos coquetéis, o favorito de James Bond, está fazendo 100 anos. Ou pelo menos a versão mais aceita de sua origem, a de que foi criado pelo bartender do Knickerbocker Hotel, de Nova York, que se chamava Martini.

Pelo que se sabe, a primeira receita do coquetel levava duas partes do vermute italiano Martini & Rossi, uma parte do gin Old Tom, duas gotas de licor de maraschino, uma gota de um bitter (tipo Angostura), era agitado e servido com uma casca de limão. Desde então, nenhum outro coquetel teve tantas alterações e preferências em sua receita quanto ele. Em 1939, o rei britânico George VI e o presidente americano Franklin Delano Roosevelt discutiam a guerra que se aproximava bebendo martinis;  Frank Sinatra era um fã declarado, assim como outros bons bebedores como Hemingway, F. Scott Fitzgerald, Dorothy Parker, E.B.White…. Cada um deles, provavelmente, com uma receita diferente.
Qual o melhor dry Martini? Deve levar gin ou vodca? E quanto de vermute? Azeitona ou uma casca de limão? Agitado ou mexido? Por quanto tempo e com quanto gelo?
Há algumas semanas aconteceu em São Paulo um concurso  mundial de bartenders e foi feita pela Coluna Comidinhas dom site IG uma entrevista com um especialista no assunto, o barman e também embaixador global do gim Tanqueray, Angus Winchester. Como ele é parte interessada no assunto, já cortou logo de cara a primeira pergunta: “Dry Martini é com gin; com vodca é o vodca Martini, ele pode ser o seu favorito, mas é outra bebida”. Vamos a entrevista completa.

Comidinhas: Qual o melhor dry Martini?
Angus Winchester:
 O melhor dry Martini não tem a ver com uma receita. Eu posso dar uma e até vou preparar uma hoje pra você. Mas ele tem mais a ver com uma boa conversa. Quando estou em um bar e alguém me pede um dry Martini, tem quatro perguntas que eu preciso fazer:
1)      Quais são os ingredientes que você quer nele?
Qual marca de gin e de vermute você gosta. Hoje há dezenas delas. O gin, por exemplo, que nos últimos 20 anos ficou bem esquecido e perdeu espaço para a vodca, agora está voltando à moda. Mas, por conta disso, há uma grande variedade dele, alguns mais secos, outros mais frutados. Algumas marcas começaram a diminuir muito a quantidade de zimbro, arbusto que é a base do gim, mas que não agrada a todos os paladares. E aumentar a quantidade de frutas e ervas. Há até gin com coco. 
2)      Agitado ou mexido?
Dependendo da escolha, o sabor será muito diferente e interfere sim. Porque o coquetel deve estar devidamente gelado. Algumas pessoas apenas colocam todos os ingredientes juntos e deixam repousar. Tem gente que já faz com nitrogênio líquido e vira uma pipoca de dry Martini…

3)      O quão seco você gosta?
Você quer um vermute mais seco, mais doce ou um dry muito seco (com muito pouco vermute) ou um meio a meio… São tantas as variações.
Uma vez, eu estava em Londres e uma amiga estava em Los Angeles. Ela me telefonou e pediu para eu dizer pelo telefone a palavra “vermute”. Eu disse. Aí ela agradeceu e disse que essa era a quantidade perfeita de vermute no seu dry: alguém o mais distante possível dizer a palavra vermute enquanto ela bebia seu coquetel, totalmente feito com gin.
 4)      A quarta questão é a que eu chamo de “questão Charles Dickens”: azeitona ou casca de uma fruta cítrica?
De novo, um milhão de combinações: azeitonas negras ou verdes. Eu recebo 55 tipos de azeitonas para um Martini. Twist de limão, de grapefruit…?
Enfim, é uma longa conversa, uma cerimônia. Há um bar em Barcelona que se orgulha de já ter servido 1 milhão de martinis. Quando você vai ao bar, ganha o certificado do seu. E é isso mesmo, milhares de possibilidades.
Comidinhas: Mas James Bond pedia dry Martini com vodca…
Angus Winchester:
 Se você ler os livros, vai saber que James Bond era um grande bebedor, de tudo: gin, vodca, Bourbon. No filme é que surgiu essa história de só beber Martini com vodca.
 Comidinhas: E dry Martini é bebida para mulheres? Há quem estranha quando uma mulher pede um dry.
Angus Winchester:
 Existe uma piada que diz que os bebedores realmente sérios de Martini têm apreço a três artes: pesca, jogos de caçadas e beber Martini. Mas, falando sério, o dry Martini é uma bebida com tanto sabor e nenhum açúcar que é sério não apenas para os homens, é o rei dos coquetéis. E eu respeito mulheres que apreciam um Martini.


Comidinhas: E qual o seu dry Martini perfeito?  
Angus Winchester:
 Duas parte de gin Tanqueray 10, o gin premium da Tanqueray, que leva bastante zimbro, como um gin deve ser, mas é também bem cítrico, com laranja, grapefruit e lima. Uma parte de vermute, gosto do Noilly Prat. Mexido, com muito gelo. Quantas vezes eu mexo? Algumas até sentir que a bebida está gelada. Não gosto de copos de dry Martini muito grandes, gosto dos pequenos ou medianos, porque conseguem manter o coquetel gelado e isso é um dos segredos. Não gosto de azeitonas, então pego uma casquinha de grapefruit e torço-a duas vezes sobre a bebida, depois esfrego na haste do copo, para que minha mão entre em contato com esse cítrico e libere mais aromas. E meu dry Martini fica em tons de amarelo. Quer saber por que? Um tanto por conta do Tanqueray 10. Mas principalmente por isto:
“There is something about a Martini,
A tingle remarkably pleasant;
A yellow, a mellow Martini;
I wish I had one at presente.
There is something about a Martini,
Ere the dining and dancing  begin,
And to tell you the truth,
It is not the vermouth _
I think that perhaps it´s the gin”
(“A Drink with Something in It”, do poeta Ogden Nash)

domingo, 19 de junho de 2011

sexta-feira, 17 de junho de 2011

No Festival de Cannes, bebida é uma propaganda bem humorada.


No Brasil, as fabricantes de bebidas alcoólicas sempre foram importantes anunciantes – assim, sempre foram também presença garantida no maior festival de publicidade do mundo, que acontece anualmente em Cannes. Na edição deste ano, que começa no domingo, peças de propaganda bem-humoradas sobre o assunto podem trazer Leões de Ouro a agências de publicidade nacionais.
Um falso manobrista bêbado foi o tema de uma divertida campanha da Ogilvy, feita para o Bar Aurora & Boteco Ferraz. Quando os donos dos carros percebiam a situação, ficavam indignados – e, dessa forma, eram conscientizados do perigo que é dirigir alcoolizado. Confira no vídeo acima.
Outra ação que concorre no festival é a "GPS da Boa", criada pela AlmapBBDO para a Antarctica. No carnaval de rua do Rio de Janeiro deste ano, publicitários da agência inventaram uma seta gigante, que avisava a pessoas no meio da multidão onde ficava o vendedor mais próximo de cervejas da marca. O resultado é que a Antarctica foi a mais vendida no evento, tendo a preferência de 66% dos consumidores. Veja abaixo.


Uma ação de marketing da Skol causou surpresa a usuários de alguns mictórios de bares de São Paulo. Para divulgar o novo tamanho em que a cerveja seria vendida – uma embalagem maior, de cinco litros –, a agência F/Nazca bolou um urinol gigante, à frente do havia um cartaz com a propaganda da cerveja. Veja abaixo.




O Jubileu da Rainha





Para marcar o Jubileu de Diamante da Rainha em 2012, a John Walker & Sons, Scotch Whisky Distillers (leia-se DIAGEO), por nomeação de Sua Majestade a Rainha, está produzindo uma edição extremamente limitada de 60 garrafas de cristal do 'Diamond Jubilee Blended Scotch Whisky by John Walker & Sons', um blend único de whiskies destilados em 1952 e acabados em um tonel de carvalho inglês para mistura da Propriedade Sandringham da Rainha.

Estas edições raras serão oferecidas, somente por convite, para venda privada a 100.000 libras cada. A John Walker & Sons vai doar todos os lucros provenientes da venda, com uma garantia de pelo menos 1 milhão de libras, para a Queen Elizabeth Scholarship Trust (QEST), o braço filantrópico da Royal Warrant Holders Association. Isto irá apoiar os Recursos do Jubileu de Diamante da QEST, por meio dos quais ela pretende aumentar sua base de bolsa de estudos, construir um programa de orientação e permitir o florescimento do artesanato tradicional na Grã-Bretanha.

A John Walker & Sons tem aproveitado as habilidades coletivas de alguns dos melhores artesãos e mulheres, incluindo colegas da Royal Warrant Holders e estudiosos da QEST, para criar peças exclusivas e sob medida para acompanhar o uísque, uma deslumbrante vitrine de artesanato.

O 'Diamond Jubilee Blended Scotch Whisky by John Walker & Sons' será apresentado em uma garrafa de cristal de chumbo, adornado com um colar de prata Britannia que apresenta um diamante de meio quilate fixado a mão e um selo de prata numerado individualmente. Isto será acompanhado por um par de copos de cristal de chumbo gravados a mão e um livro de artefatos embelezado a mão de capa de couro e personalizado, tudo alojados em um gabinete sob medida incorporando madeiras das propriedades Sandringham e Balmoral da Rainha.

David Gates, beneficiado da Royal Warrant da John Walker & Sons afirmou: "Como possuidor da Royal Warrant, nos sentimos compelidos a marcar esta ocasião verdadeiramente histórica com algo verdadeiramente requintado. Estamos ansiosos para compartilhar mais notícias sobre este líquido excepcional muito em breve."

Jim Beveridge, mestre de misturas da John Walker & Sons afirmou: "Estes são grãos extraordinários e whiskies de malte que estão maturando lentamente desde 1952. É um enorme privilégio trabalhar com eles, usando todos os nossos recursos e experiência para criar um blend John Walker & Sons que é apropriado para este aniversário especial. É uma oportunidade única na vida."

Sessenta edições do 'Diamond Jubilee by John Walker & Sons' serão engarrafadas em 6 de fevereiro de 2012, exatamente 60 anos do dia em que a rainha subiu ao trono.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Além do vinho o sul do Brasil também faz boa Cachaça


Hoje tive a oportunidade de provar a novíssima cachaça Inox Original e suas versões saborizadas de manga, maracujá e coco. Com 40% de graduação alcoólica a Inox Original desce bem macia e deixa no retrogosto uma ótima sensação de bem estar. O líquido cristalino é bidestilado e foi trabalhado com a obtenção de ser um produto de alta qualidade extraido da cana de açúcar. 
As versões saborizadas (35% de graduação alcoólica) possuem a originalidade das frutas utilizadas não deixando no paladar aquele ranço seco na língua. 
A Inox Coconut tem a forma perfeita, bem redonda e elaborada para se utilizada em drinks ou pura depois de ter saído do congelador. Um drink certo para combinar com ela pode ser o Coco Café (3cl de Inox Coconut e 5cl de café espresso), uma versão brasileira do Café Correto italiano que leva no lugar da cachaça a Grappa. 
A Inox Mango é aquela doçura ideal, sem mais nem menos. Fechando os olhos e sentindo o aroma me veio na cabeça aquela fruta grande com a casca amarelo rosada e madura. O sabor não deixa por menos, bem acertada e fácil de beber. Pode ser utilizada muito bem com sucos de frutas variados.
No aroma a Inox Passion Fruit poderia ser mais surpreendente mas o sabor e o retrogosto que ela deixa não tenham dúvidas; maracujá fresco com pequena acidez própria da fruta e muito bom para beber junto ao um suco de laranja recém espremido ou mesmo um simples long drink com suco de limão espremido e uma tônica, acompanhadas de bastante gelo. 


A Inox é fabricada pela empresa Puríssima do Brasil de Santa Catarina e vem em versões de 500ml com um lindo layout. No início de 2010 teve em sua versão Original a Dupla Medalha de Ouro no maior concurso de bebidas destiladas do mundo, o World Spirits Competition em São Francisco. A versão Coconut recebeu medalha de Prata e finalizando a Mango ganhou medalha de Bronze na mesma competição.
Em breve mais receitas serão apresentadas aqui com as Cachaças Inox. É só ficarem ligados.

Para quem quiser saber mais o site deles é esse aqui:

domingo, 5 de junho de 2011

Bares de hotéis em Barcelona, Espanha, atraem mais do que seus hóspedes

Bar do hotel Barceló Raval, no bairro gentrificado de Raval, em Barcelona, é um dos bares de hotel da cidade que têm atraído locais
Os festeiros em busca de um local para celebrar na festeira Barcelona sempre tiveram abundância de opções, desde pulsantes clubes com múltiplos níveis até pequenos bares lotados. Mas ultimamente, Barcelona vem seguindo o exemplo da cena de bares de Nova York, como novos bares de hotel agora na moda atraindo os barceloneses elegantes além dos hóspedes. Não mais pontos solitários visitados por viajantes cansados, os bares e lounges dos hotéis de luxo agora estão entre os destinos para beber mais desejáveis da cidade.
“Desde 2009, os bares de hotel se tornaram mais populares”, disse Ricard Sabata, o gerente de bar e restaurante do hotel Barceló Raval (Rambla del Raval, 17-21; 34-93-320-1490; barcelo.com), que abriu em 2008 no bairro gentrificado de Raval. Como evidência, Sabata citou as recentes aberturas do ME Hotel, Mandarin Oriental e o W Barcelona, Durante uma entrevista no bar com vista de 360 graus na cobertura do Barceló, ele estimou que os moradores locais representam aproximadamente 40% da clientela.
“No início da noite, grande parte da clientela é de hóspedes do hotel”, ele disse, “mas no fim da noite são mais moradores locais”.

            
Do outro lado da cidade, no distrito ainda rude de Poblenou, o clube Angels and Kings do ME Hotel (fotos a cima) também atrai sua cota de moradores locais desde que abriu em agosto de 2008. Segundo um barman dali, o clube recebe regularmente várias centenas de festeiros no terraço ao ar livre, onde a cena geralmente esquenta por volta das 2 horas da manhã.
Banker's Bar do Hotel Mandarin Oriental
O ambiente é decididamente mais formal no apropriadamente batizado Banker’s Bar, dentro do hotel Mandarin Oriental (foto a cima), que abriu em novembro de 2009 na Passeig de Gràcia. Tirando inspiração da encarnação anterior do prédio como um banco, o bar é projetado para parecer um cofre de luxo – apesar de que, em um detalhe de design inteligente, as caixas de depósito reluzentes cobrem o teto tanto quanto as paredes. A clientela combina com o ambiente. Em uma noite de sábado no final do ano passado, homens alinhados em ternos feitos sob encomenda bebiam champanhe com um grupo de jovens na moda ao redor do bar preto luzidio.
“Em julho e agosto a clientela aqui era na maioria de turistas, mas agora os moradores locais estão de volta”, disse Marianne Snoodyk, uma garçonete do Banker’s Bar. “Ele está na moda, especialmente com a abertura do W”, ela disse sobre a próspera cena de bares de hotel de Barcelona, antes de acrescentar rapidamente: “Apesar daquela clientela ser diferente da nossa. Mas é popular”.
Bar Eclipse do W Hotel
Popular pode ser uma atenuação ao se descrever o lounge Eclipse (foto a cima), no 26º andar do W. Em um fim de semana recente, após a meia-noite, uma fila serpenteava pelo vasto lobby do hotel à beira-mar, que abriu em outubro de 2009. Dois seguranças corpulentos e uma hostess ágil, de pernas longas, serviam como porteiros no elevador que leva os visitantes ao lounge, onde há dois bares preparando martinis, DJs renomados tocando sucessos e vistas panorâmicas da cidade e praia abaixo.
“Eles vêm do outro lado de Barcelona, mas precisam esperar porque estamos sempre lotados”, disse a hostess. “Todo mundo em Barcelona quer vir para cá.”